segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Google lança site para busca de produtos no Brasil

Google Shopping traz busca dos produtos nos resultados das buscas.
No país, usuários poderão consultar preço parcelado das compras.

Site Google Shopping permite fazer pesquisas sobre produtos (Foto: Reprodução)

O Google lançou nesta quarta-feira (19) o serviço Google Shopping, que permite buscar e comparar produtos à venda no comércio brasileiro. De acordo com a companhia, o site já possui mais de 200 mil empresas de comércio eletrônico cadastradas para oferecer produtos em todo o mundo. O Brasil é o único lugar do mundo onde os usuários poderão consultar o preço parcelado de cada produto.

Além de aparecerem nas buscas, as pesquisas de produtos podem ser feitas no site do Google Shopping.

Ao buscar um produto, o usuário receberá resultados com fotos, resenhas, comentários de usuários e preços, além do local onde ele pode adquiri-lo, caso ele esteja disponível para compra. Esses resultados são exibidos na própria página de busca do Google. Os algoritmos da pesquisa determinam a relevância das respostas, assim como no mecanismo de busca normal, segundo a empresa.

"O Google Shopping tem mais de 1 bilhão de itens em sua base", explica Lucia Tahara Le Menn, gerente de parcerias estratégicas para varejo do Google. "A tecnologia do Google Shopping agora está disponível para o Brasil e adaptada, sendo o único lugar do mundo onde o usuário pode consultar também o preço parcelado de cada produto que procura".

A empresa afirma que, para o varejista, as vantagens do Google Shopping estão no cadastro gratuito e na visibilidade dos produtos no mecanismo de busca do Google. No Brasil, o grupo Nova Pontocom, criado a partir da associação entre Grupo Pão de Açúcar e Casas Bahia, faz parte do Google Shopping.

fonte: www.g1.com.br

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

BlackBerry PlayBook será vendido no Brasil por a partir de R$ 1.300

Tablet é feito pela mesma fabricante dos smartphones BlackBerry.
PlayBook é tido como um dos concorrentes do iPad 2, da Apple.


A RIM anunciou, nesta quarta-feira (19), o lançamento do tablet BlackBerry Playbook no Brasil, com preços de R$ 1.300 (modelo de 16 Gbytes) a R$ 1950 (versão de 64 Gbytes) --valores com desconto inicial de lançamento, segundo a empresa. O produto é tido como um dos concorrentes do iPad, o tablet da Apple, que teve mais de 11 milhões de unidades vendidas no trimestre que acabou no último 24 de setembro.

O PlayBook tem tela de LCD de 7 polegadas, pesa 425 gramas e é equipado com processador de 1GHz de dois núcleos. O aparelho roda com o sistema BlackBerry Tablet OS e tem memória RAM de 1GByte.

O PlayBook, tablet da RIM, mesma fabricante do smartphone BlackBerry (Foto: AP)O PlayBook, tablet da RIM, mesma fabricante do smartphone BlackBerry (Foto: AP)
fonte: www.g1.com.br

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Lei de sustentabilidade demanda menos lixo e mais reciclagem

Resíduos sólidos como eletroeletrônicos e materiais de construção entram nas novas regras da PNRS. Foto: Mariana Kruse/PMPA/Divulgação

Resíduos sólidos como eletroeletrônicos e materiais de construção entram nas novas regras da PNRS
Foto: Mariana Kruse/PMPA/Divulgação

DÉBORAH SALVES



Gestão integrada e gerenciamento de resíduos sólidos são duas das expressões que mais aparecem na redação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Estabelecida pela Lei 12.305, de agosto do ano passado, a PNRS reúne definições sobre o destino correto de diferentes tipos de lixo, como pilhas e baterias, eletroeletrônicos, agrotóxicos e materiais de construção, entre outros. O texto também determina quem é responsável por qual parte desse processo, e cria parâmetros de incentivo à utilização de materiais recicláveis, ao consumo sustentável e à redução de rejeitos.

Segundo o texto da lei, só serão considerados rejeitos os materiais que não puderem ser tratados ou recuperados por "processos tecnológicos disponíveis e economicamente viáveis". Ou seja, o que normalmente se chama de "lixo" ainda tem vida longa depois de ir para os sacos pretos, e os atores sociais devem tentar o que lhes for possível para que os produtos produzidos, vendidos e consumidos não morram nas lixeiras. Aliás, a lei sugere que se evite, antes, a geração de resíduos sólidos, e que quando isso não for possível, diminua-se a quantidade produzida.

O que inevitavelmente for gerado deve, aí sem, ser aproveitado ao máximo, através de diferentes processos. As tecnologias atuais para resíduos sólidos permitem que os produtos considerados "lixo" sejam reutilizados, desmanchados e transformados em outras matérias primas - em alguns casos, até voltando a seu estado original. Isso sem contar a utilização como fonte de energia, entre outras possibilidades.

A Política Nacional estabelece, no artigo 4°, "princípios, objetivos, instrumentos, diretrizes, metas e ações" dos governos federal, estaduais e municipais, bem como da iniciativa privada e dos consumidores. E a responsabilidade é compartilhada, ou seja, todos são, de alguma forma e em alguma etapa do processo, responsáveis para que a PNRS dê certo.

Mas a lei ainda precisa ser operacionalizada, definindo quem deve fazer exatamente o quê, quais os incentivos para isso, como será realizado, e quando começará, por exemplo. A legislação entrou em vigor no ano passado, quando foi publicada, mas estados e municípios, por exemplo, têm até 2012 para apresentarem seus planos de gestão de resíduos sólidos - e são obrigados a fazê-lo, de acordo com os artigos 16° e 18°. A implementação de outros itens da Política deve ocorrer em até quatro anos, com previsão de acontecer "progressivamente segundo cronograma estabelecido em regulamento".

O regulamento está em discussão em Brasília, em um Grupo Técnico Temático com representantes de diferentes ministérios e setores da economia. A previsão do relator do GTT, André Luis Saraiva, é de que até o segundo semestre do próximo ano já haja um projeto piloto em implantação em dois municípios. O piloto funciona como um teste, e serve para avaliar se a estratégia elaborada, bem como os dados prévios coletados, serão comprovados na prática.

Princípios e objetivos

Entre os princípios dispostos no artigo 6° da lei destaca-se a ecoeficiência, que implica em "redução do impacto ambiental e do consumo de recursos naturais", a níveis sustentáveis, para bens e serviços necessários às pessoas. O inciso oitavo também menciona o "reconhecimento do resíduo sólido reutilizável e reciclável como um bem econômico e de valor social, gerador de trabalho e renda e promotor de cidadania", o que passa essencialmente pela informação e conscientização dos consumidores e dos setores da economia.

Os princípios da Política Nacional refletem-se em seus objetivos, que podem resumidos em "estímulo à adoção de padrões sustentáveis de produção e consumo de bens e serviços" e " incentivo à indústria da reciclagem", como forma de dar designação correta ao que seria considerado "lixo" e extrair matérias-primas para reutilização. Para atingir ambas as metas, a lei prevê, ainda, "adoção, desenvolvimento e aprimoramento de tecnologias limpas".

Ser ecológico e sustentável, além de custar dinheiro, implica em desenvolvimento de ações que vão além de coletar o lixo e colocá-lo em uma usina de reciclagem. Por isso, a lei 12.305 indica, como instrumentos para se atingir o nível "verde" desejado, a pesquisa, o desenvolvimento de tecnologias e a educação ambiental. Para custear essas atividades, o texto prevê "incentivos fiscais, financeiros e creditícios" a empresas e órgãos estatais interessados em melhorar a gestão de resíduos sólidos.

O Governo Federal, além de ajudar com redução de impostos e empréstimos de fundos de desenvolvimento, tem outros papéis na implantação da PNRS. Para fazê-la ser uma incentivadora de desenvolvimento socioeconômico no País, por exemplo, a União deve comprar, prioritariamente, "produtos reciclados e recicláveis", além de outros bens e serviços produzidos e oferecidos de acordo com critérios de sustentabilidade.

Operacionalização

A Política Nacional de Resíduos Sólidos será regida por planos de resíduos sólidos: o federal, os estaduais e os municipais, ao menos, com possibilidade de - e o incentivo financeiro para - criação também de planos para microrregiões, áreas metropolitanas e iniciativas intermunicipais ou interestaduais. Isso significa que todas as instâncias administrativas executivas devem se comprometer com a aplicação da PNRS. Além disso, os planos são pré-requisitos para obter incentivos federais a programas de gestão de resíduos sólidos, embora o artigo 34 deixe claro que as normas de nível nacional "têm prevalência sobre os firmados em âmbito regional ou estadual".

Os planos, independente da região que abrangerem, devem apresentar "diagnóstico da situação atual dos resíduos sólidos", que serve de parâmetro para determinar as ações necessárias em cada realidade. Os dados são usados também para estabelecer a meta de redução e reutilização do "lixo", outras informações que deve constar nos regulamentos estaduais e municipais. O "aproveitamento energético dos gases gerados nas unidades de disposição final de resíduos sólidos" completa a lista de tópicos previstos nos planos, ao lado das "metas para a eliminação e recuperação de lixões, associadas à inclusão social e à emancipação econômica de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis".

Para incentivar e esclarecer a população, um dos objetivos dispostos na lei é o estímulo à rotulagem ambiental e, consequentemente, ao consumo sustentável. Os municípios também podem, de acordo com a PNRS, oferecer incentivos financeiros aos consumidores que deram a destinação correta a seus resíduos sólidos.

A Política determina que os consumidores têm a responsabilidade de devolver seus resíduos sólidos aos comerciantes ou distribuidores, e que esses devem se encarregar de repassar o material recolhido aos fabricantes e importadores. Os dois últimos, por fim, cuidarão da correta destinação dos produtos. E todos, à exceção do consumidor final, devem informar aos órgãos competentes "sobre a realização das ações sob sua responsabilidade".

As informações fornecidas serão reunidas no o Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (Sinir), criado na lei 12.305, que abrange dados de municípios, estados e governo federal. O Sinir será articulado ao Sinisa (de saneamento básico) e ao Sinima (sobre o meio ambiente).


fonte: www.terra.com.br

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Case para iPhone 4 tem projetor e serve como bateria extra

Bateria é capaz de projetar imagens por três horas seguidas sem precisar de recarga. Foto: Reprodução/Geek

Bateria é capaz de projetar imagens por três horas seguidas sem precisar de recarga
Foto: Reprodução/Geek

Para quem procura um case para iPhone 4 que una proteção, uma bateria extra e até um projetor, o novo case da empresa japonesa Century, o Monolith, parece ser o ideal. O Monolith é capaz de projetar imagens de até 60 cm com resolução de 640×360 e contraste de 1,000:1.

De acordo com o site Ubergizmo, a bateria de 1.900 mAH é capaz de projetar imagens por três horas seguidas sem precisar de recarga. Sem o projetor, o usuário ainda poderá utilizar a bateria do case como uma carga extra de 50% para o seu iPhone. A bateria precisa de quatro horas para obter a recarga completa.

O case foi desenvolvido para iPhone 4 e segundo o TechCrunch, ainda não se sabe se ele será compatível com a nova versão do aparelho, o iPhone 4S. O Monolith está disponível nas cores preta e branca e pode ser adquirido no Japão ¿ por enquanto só na terra do sol nascente -, por US$ 260.


fonte: www.terra.com.br

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Facebook lança ferramenta de tradução de posts

Publicações em páginas públicas podem ser traduzidas para mais de 70 línguas

O Facebook está lançando um novo recurso, a tradução de posts. O recurso é fruto de uma parceria com o Bing, buscador da Microsoft e, segundo a rede social, a ferramenta oferece ao usuário a tradução de publicações nas páginas públicas em mais de 70 línguas.

Quando um internauta acessa uma página pública e lê um post, ele pode encontrar o botão “Traduzir” entre “Comentar” e “Compartilhar”. Quando o botão é clicado, surge uma janela sugerindo uma tradução para o conteúdo. Caso a tradução não esteja adequada, é possível adicionar ou modificar o texto.

Quando outro usuário acessar acessar aquele post, será apresentada a tradução do Bing e também a tradução editada. Caso a sugestão de tradução receba uma boa quantidade de votos positivos, o Facebook irá exibir apenas a nova tradução.

A rede social lembra que esse recurso pode ser útil para páginas públicas de interesse coletivo, por exemplo, na página oficial dos Jogos Olímpicos de 2012 ou então na página de algum artista estrangeiro.


Foto: Divulgação

Novo botão de tradução nas páginas públicas

Publicar postagemfonte: www.ig.com.br


sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Recurso de autocompletar cria buscas bizarras no Google


RAFAEL MAIA

Em abril de 2011, o cidadão italiano Carlos Piana entrou na Justiça contra o Google e ganhou a ação em uma corte de Milão. Tudo o que Piana queria era que o gigante das buscas fosse responsabilizado pelos resultados que aparecem com o recurso de autocompletar nas pesquisas.

Segundo o reclamante contou no blog pessoal Piana.eu, o nome dele aparecia associado às palavras "fraude" e "trapaceiro", o que causaria dano à imagem uma vez que ele não tinha qualquer antecedente criminal ou histórico de má conduta, por assim dizer.

Em resposta, o Google afirmou que não pode produzir manualmente todas as opções que surgem. E há algo de verdadeiro nisso, embora o gigante das buscas mantenha os resultados e tenha a possibilidade de filtrar algumas palavras. Quem os cria, no entanto, é o próprio usuário.

O recurso de autocompletar pesquisas foi oficializado em 2010. Os termos exibidos logo que se inicia uma busca são gerados por algoritmos de computador baseado justamente em buscas feitas por usuários anteriores. A ordem em que os resultados aparecem, como explica o site Search Engine Land, depende da popularidade dos termos - os mais procurados aparecem mais bem posicionados. E ainda faz uma constatação: considerando a abrangência de um dos maiores sites do mundo, o recurso de autocompletar mostra, na verdade, o senso comum.

Esses termos, que frequentemente produzem resultados fora do comum ou mesmo engraçados, variam de acordo com a região, estado ou país de que se faz parte.



quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Google "aposta" se celebridade é gay nos resultados de busca

Ao perguntar se a atriz Lindsay Lohan é heterossexual, buscador aposta que ela seja bissexual. Foto: Reprodução
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Ao perguntar se a atriz Lindsay Lohan é heterossexual, buscador "aposta" que ela seja bissexual


Se o usuário "perguntar" para o Google se uma celebridade é gay ou heterossexual em uma busca em inglês, o site vai responder com a "melhor aposta" para algumas delas. A polêmica função da gigante das buscas determina, ao escrever, por exemplo, "is Lindsay Lohan straight?" (Lindsay Lohan é heterossexual?), a orientação sexual da atriz baseada em informações publicadas na web.


"Best guess for Lindsay Lohan Sexual orientation is Bisexual" (a melhor aposta para a orientação sexual de Lindsay Lohan é bissexual), afirma o buscador, baseado em informações do site americano especializado em celebridades TMZ. O usuário ainda pode opinar se o palpite do Google está correto ou não.


Nem todas as buscas são respondidas pelo site. Depois da polêmica gerada pela funcionalidade, as respostas não estão mais disponíveis. O Google ainda não se pronunciou sobre a funcionalidade.



fonte

http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5383189-EI12884,00-Google%20aposta%20se%20celebridade%20e%20gay%20nos%20resultados%20de%20busca.html

sábado, 24 de setembro de 2011

Brasil tem mais vítimas de crimes online do que média global

De acordo com o relatório de 2011 da Norton, divulgado nesta terça-feira, o Brasil sofre mais ataques cibernéticos do que a média global. Enquanto 69% dos adultos online disseram ter sido vítimas mundialmente, o número sobe para 80% no País. Além disso, leva-se mais tempo para solucionar um crime por aqui do que na média de outros países do mundo, com cerca de um dia de diferença.

O estudo foi feito com 24 países e mostrou que, diariamente, são cerca de 77 mil brasileiros afetados. Quando o universo da pesquisa se restringe aos últimos 12 meses, o Brasil também é campeão. Cerca de 75% afirmaram ter sofrido ataques contra 65% no mundo.

Além disso, o País também sai na frente no que se refere à falta de segurança. Aqui, 69% dos adultos responderam que não atualizam o software de segurança com frequência. No mundo, o número cai para 41%.

O levantamento também mostra que os brasileiros ficam 30 horas por semana online contra 24 horas na média global. No País, os crimes cibernéticos mais comuns são malwares ou vírus de computador, seguidos de invasão de perfis em redes sociais e phishing - tentativa de roubar dados pessoais, fotos e arquivos de outra pessoa.

fonte: www.terra.com.br

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Chip de novos BlackBerry agirá como documento de identidade

Toronto - A Research in Motion, fabricante do BlackBerry, planeja abrir as portas ao uso por seus clientes de uma tecnologia criada uma década atrás e que transforma celulares em aparelhos de pagamento.

Todo o setor, da Nokia ao Google, responsável pelo sistema operacional Android, pretende incluir a tecnologia near field communication (NFC) em futuros aparelhos, para tentar substituir o dinheiro em espécie e os cartões de crédito e débito na maioria dos pagamentos, de cafés a ingressos de espetáculos e passagens em meios de transporte.

Os chips NFC permitem troca de dados sem fio em distância de uns poucos centímetros, o que significa que celulares poderiam ser usados para pagar por produtos, armazenar passagens em formato eletrônico, baixar música e trocar fotos e cartões de visitas.

Mas a implementação do NFC para pagamentos vem sendo bloqueada pelos interesses contraditórios de bancos, comerciantes, fabricantes de aparelhos e até mesmo operadoras de telefonia móvel, todos interessados em ficar com uma fatia desse bolo.

"É um ecossistema muito dinâmico, há muita gente envolvida e muita coisa precisa acontecer antes que surja massa crítica", disse Andrew Bocking, vice-presidente de software para celulares da RIM.

Enquanto isso, a RIM aproveitará o papel de seus aparelhos como escolha preferencial nas repartições governamentais a fim de permitir que eles se tornem documentos de identidade para acesso a esses locais.

Os funcionários muitas vezes precisam usar seus crachás como cartões de identificação para entrar em um edifício ou acionar um elevador. Há boa probabilidade de que o cartão e o leitor utilizados sejam produtos da HID Global, parte da Assa Abloy.

A RIM e a HID Global anunciaram na quinta-feira uma parceria que permitirá a usuários dos novos RIM Bold e Curve o uso desses aparelhos como cartões de acesso aos seus locais de trabalho ou outras áreas de acesso restrito.

"É uma novidade no setor e um marco importante para nós, porque permite que um aparelho móvel armazene dados de identidade para acesso lógico e físico", disse Denis Hebert, presidente-executivo da HID Global.

Por Alastair Sharp

fonte: www.ig.com.br

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